Rondônia - 17 de outubro de 2018
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Incêndio em Nova Mamoré mostra defasagem do Corpo de Bombeiros em Rondônia

Coluna Painel Político, Por Alan Alex

E mesmo assim, governo quer usar taxa do FUNESBOM para comprar avião de R$ 16 milhões

Não é implicância

Mas olha essa. Na tarde desta quarta-feira, 09, o abrigo de menores em Nova Mamoré pegou fogo. Sabe o que não tem por lá? Uma sub-sessão do Corpo de Bombeiros. Isso quer dizer que a cidade de quase 23 mil habitantes não tem como combater incêndios. Tá, você aí vai pensar, mas é do lado de Guajará-Mirim, cerca de 40 quilômetros apenas. Pois é, só que até o caminhão sair de Guajará e chegar em Nova Mamoré, o fogo já consumiu tudo. Sabe quem combateu o incêndio? voluntários com um caminhão pipa velho. Confere ai nas imagens.

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Incêndio em Nova Mamoré foi contido por voluntários civis
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Incêndio em Nova Mamoré foi contido por voluntários civis
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Incêndio em Nova Mamoré foi contido por voluntários civis

 

Enquanto Isso

O coronel bombeiro Lioberto Caetano tomava posse como chefe do GOT, na SEDAM, levando consigo uma quantidade de bombeiros que poderiam (e deveriam) estar em cidades como Nova Mamoré combatendo o fogo. Ao menos foi para isso que prestaram concurso público, fizeram treinamento e foram contratados, né governador?

Pois é

E o avião? Então, o governo quer torrar R$ 16 milhões na compra de um avião para os bombeiros, mas não quer montar um grupamento em Nova Mamoré e nas demais cidades que estão sem proteção. O dinheiro gasto na compra da aeronave, seria mais que suficiente para montar e equipar pelo menos umas seis guarnições completas, com caminhão, equipamentos e pessoal. Mas aí, como a turma vai voar, né?

U$ 10 milhões

Foi quanto o senador Delcídio Amaral teria recebido de propina da multinacional Alston, revelou em delação premiada o ex-diretor de negócios internacionais da Petrobrás, Nestor Cerveró, que era subordinado à Delcídio na época (1999-2001). A operação remonta ao governo de Fernando Henrique Cardoso. Essa notícia, ao ser divulgada, deixou os petistas eufóricos. Eles saíram espalhando dizendo que “a corrupção começou na era FHC”. Não é verdade, começou ainda antes. Mas o PT não tinha o direito de manter esses esquemas. Lula foi eleito com o discurso de “esperança de dias melhores”, de combater a corrupção. E o que vimos foi Delcídio buscar abrigo e se tornar uma das maiores estrelas do PT. E nem vou falar do mensalão….

E na Zelotes

A Justiça Federal aceitou pedido do Ministério Público Federal e autorizou quebrar os sigilos bancário e fiscal desde 2009 de pessoas e empresas investigadas pela Operação Zelotes. Entre eles estão Gilberto Carvalho, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, de Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, e da empresa dele, a LFT Marketing Esportivo. A decisão é do dia 20 de novembro.  Contra Gilberto Carvalho, atual presidente do Conselho Nacional do Sesi, o relatório da PF aponta um suposto “conluio” entre ele e lobistas suspeitos de pagar propinas para obter benefícios fiscais. Já o filho de Lula, segundo as investigações, a LFT recebeu R$ 2,5 milhões em pagamentos do escritório Marcondes e Mautoni, investigado por ter atuado de forma supostamente ilegal pela aprovação da MP 471, que beneficiou o setor automotivo. O contrato foi para uma consultoria que, segundo relatório da Polícia Federal, foi em parte copiada e colada da internet.

Vai rodar

Isis Queiroz deve deixar o governo da cooperação nas próximas horas. Atual responsável pela Sugespe, tem o apoio de Confúcio, mas parece que a coisa azedou. Não se sabe ainda se ela vai ocupar alguma outra função no governo.

Recado dado

E o governador já mandou um novo recado a seus assessores, dirigentes de autarquias e aos chefes dos demais poderes em uma postagem em seu blog onde alerta para a crise e esclarece que “quando um Estado está em dificuldade, por exemplo, com a Lei de Responsabilidade Fiscal (gasto com pessoal) não quer dizer que este gasto de pessoal seja apenas do Poder Executivo.  O gasto é a soma de todos os salários dos poderes juntos e autarquias. Esta cesta de despesas com pessoal juntas é que fazem o Estado estar no limite, abaixo ou acima da LRF”. E prosseguiu, “o Poder Executivo tem todas as atribuições do mundo e mais esta. E a corda só estica do meu lado, ou o nó da forca no meu pescoço. Os poderes são independentes, autônomos e devem trabalhar em harmonia”.

O problema

É que à exceção do Detran, que é uma caixa preta da família Gurgacz e a Caerd, que é uma imoralidade, os demais já se adequaram, só não o Executivo, ao menos em termos de pessoal. O Legislativo cortou, o Judiciário cortou. o Ministério Público enxugou geral, o Tribunal de Contas está quase zerado, mas o governo continua contratando e errado. O que tem de gente sem qualificação necessária para estar ocupando cargos é uma brincadeira. Alguém ai sabe dizer, por exemplo, para que está servindo a SETUR?

É por essas

E por outras como a tal SEPAZ, que não dá para deixar de ver uma incoerência enorme entre o que Confúcio escreve e o que Confúcio faz. Chega a ser abissal.

Câmbio automático x câmbio automatizado, entenda as diferenças

Os câmbios automáticos podem ter 3,4,5,6,8 e até 9 velocidades. O número de marchas depende do projeto do câmbio e das necessidades do veículo, sendo que este número também pode variar dos valores informados. Já os automatizados contam com uma ou dupla embreagem. Esse número de  embreagens e marchas depende do projeto do câmbio e necessidades do veículo. O Grupo LF,representante das marcas Mitsubishi, Citroen e Peugeot em Rondônia esclarece as diferenças e vantagens de cada um. Automático – O principal diferencial está na concepção interna. No câmbio automático, a transmissão de movimento do motor para o câmbio é realizado por meio do conversor de torque. As mudanças de marchas são realizadas por pressão hidráulica e controladas pelo módulo eletrônico e corpo de válvulas, atuando em pacotes de embreagens e freios, variando assim as possíveis relações das engrenagens internas. Automatizado – Já no câmbio automatizado, sua concepção interna é semelhante ao câmbio mecânico (manual) convencional, onde as trocas de marchas são controladas por um módulo eletrônico e atuadores hidráulicos. A transmissão de movimento do motor é intermediada pela embreagem, também controlada eletronicamente e acionada por atuadores hidráulicos.  Ambos possuem em comum mudanças suaves de marchas; Seleção automática das velocidades apropriadas às condições da condução; Redução da fadiga ao dirigir; Ambos impedem que o conjunto motriz fique sobrecarregado; Ambos aumentam a vida útil dos componentes da transmissão; O motorista consegue direcionar mais atenção ao trânsito.

Não vem

Jesualdo Pires, atual prefeito de Ji-Paraná não deve disputar a reeleição em 2016. Ele pretende cuidar um pouco da família e de seus negócios pessoais. E Jesualdo sai por cima, deixando Mauro Nazif, prefeito de Porto Velho se mordendo de inveja. Apesar dos percalços, Jesualdo conseguiu fazer uma gestão equilibrada em Ji-Paraná e sem dinheiro. Se ele contasse com a metade do orçamento de Porto Velho, teria deixado a cidade muito melhor.

O problema

É que a saída de Jesualdo deixa uma lacuna perigosa em Ji-Paraná. A administração da cidade pode cair nas mãos de Laerte Gomes (deputado estadual) ou Aírton Gurgacz (também deputado). Laerte, que já foi prefeito, andou tendo sérios problemas, inclusive com o Ministério Público e a família Gurgacz, bem, essa já administrou a cidade e quem mora por lá sabe o que resultou essa história. Acir, então prefeito, largou o município nas mãos de um tal “Nico do PT”, que era seu vice.

Por fora

Mas ainda sem definir, observa a movimentação o deputado federal Marcos Rogério (PDT) ligado também à família Gurgacz. Ele é de longe o nome mais lembrado pela população e não teria muita dificuldade em ser eleito. A questão é que ele vem conseguindo se destacar em Brasília e tomou gosto. Daí, vir para prefeito é meio complicado. Já o ex-deputado Euclides Maciel (PSDB) adoraria a oportunidade, mas falta combinar com os russos. No caso, a população de Ji-Paraná…

E o impeachment?

O ministro petista do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, conduzido ao cargo em votação secreta no Senado, suspendeu até o próximo dia 16 o rito do impeachment que tramita na Câmara dos Deputados. Ele quer estabelecer outro rito. Declarou, “vou propor em relação ao exame da constitucionalidade e na recepção [pela Constituição de 1988] em todo ou em parte da lei [do impeachment] de 1950 um rito que vai do começo até o final do julgamento do Senado.”

Clínica Mais Saúde informa – Obesidade: tratamento clínico é mais eficaz que cirurgia

Um tratamento clínico intensivo e multidisciplinar, formado por endocrinologista, nutricionista, psicoterapeuta e personal trainer, pode evitar 90% das cirurgias bariátricas, mesmo em pacientes com obesidade mórbida. É o que diz um estudo publicado e apresentado recentemente no Obesity Week, maior congresso de obesidade do mundo, realizado em Los Angeles, Estados Unidos. No estudo, 43 pacientes com indicação para fazer a cirurgia bariátrica optaram por tentar o tratamento clínico ao longo de, em média, 17 meses. Destes, 93% (40 pacientes) conseguiram evitar a cirurgia bariátrica. Outros estudos, apresentados no mesmo congresso, mostraram que o tratamento clínico traz outros benefícios, como a cura de síndrome metabólica causada pela obesidade. Ao longo do tratamento, os participantes perderam, em média, 61,3% de gordura visceral (localizada por trás dos órgãos que a rodeiam a parede abdominal), 46,4% de gordura corporal, 25,7% do peso – equivalente a 60% do excesso de peso que deveriam perder para chegar ao ideal – e 23,1cm de circunferência abdominal. Apenas 9,2% da perda de peso corresponderam à perda de músculo. As indicações para o procedimento cirúrgico são: pacientes com índice de massa corporal (IMC) acima de 40 ou acima de 35 com comorbidades, que não tenham respondido a um tratamento composto por dieta, atividade física e medicamentos ao longo de dois anos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, em 2014 foram realizadas aproximadamente 88 mil cirurgias bariátricas no Brasil, contra 80 mil em 2013 e 72 mil em 2012. As cirurgias realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) tiveram crescimento ainda mais expressivo. Entre 2010 e 2014 aumentaram 43,7%, passando de 4,9 mil para 7 mil procedimentos, segundo o Ministério da Saúde.

Fonte: Painel Político