Rondônia - 20 de agosto de 2018
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Governador Confúcio Moura diz que manterá controle de gastos em 2016

Entrega-das-unidades-do-Orgulho-do-Madeira_14.0.12.15_Foto_Daiane-Mendonça-7.jpgO governador Confúcio Moura disse, nesta segunda-feira (14), que continuará mantendo os ajustes econômicos para ter controle sobre as contas públicas e revelou a razão de não ter investido muito em estradas estaduais durante este ano. “Os prefeitos tiveram muitos problemas nos seus municípios e tive que ajudá-los. Mas faremos mais para melhorar as rodovias”, afirmou.

Sobre as contas públicas ele explicou que Rondônia não está imune à crise econômica que atinge o país, mas que adota medidas para pagar os salários em dia. Segundo ele, com o dinheiro circulando a economia segue fortalecida. O governador explicou que a dependência dos recursos da União é cada vez menor. “Houve um tempo em que os repasses federais representavam a maior parte da receita. Hoje, a arrecadação estadual é bem superior e também ajuda os municípios”, disse.

Na área de saúde, Confúcio afirmou que o zika vírus, transmitido pelo mosquito aedes aegypti pode chegar a Rondônia em razão da movimentação de pessoas entre os estados, e pediu que a população contribua para a erradicação do inseto adotando costumes rígidos para evitar que ele se prolifere. “Elegemos o sábado como o dia da faxina. Peço a cada chefe de família que verifique como está seu quintal, sua residência e elimine os locais com água parada, e assim evite que o mosquito viva e cause tantos transtornos”, orientou.

O zika vírus é o responsável pelos casos de microcefalia, que se propaga por estados da região Nordeste. O governador, que é médico, explicou que a doença afeta o sistema neurológico, podendo levar à paralisia e deixar o paciente inválido. Ele recomendou cuidados especiais com as gestantes.

A respeito do aumento de impostos – como o ICMS e IPVA – Confúcio Moura explicou que é uma forma de garantir que o estado não sofra com as contas no futuro. “É uma ação preventiva. Outros estados já fizeram, é inevitável. Melhor agir agora que esperar para passar por problemas maiores mais tarde”, disse. “A mensagem está na Assembleia. Lá os deputados, que representam o povo vão discutir e provocar audiências públicas. Este será o momento de cada um expor suas ideias”, concluiu.