Rondônia - 25 de Abril de 2018
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A história ensina sobre a teoria da terra arrasada

hitler e speerColuna Opinião de Primeira, Por Sérgio Pires – Ao fim da Segunda Guerra, já perdida, Adolf Hitler ordenou ao seu então ministro fiel, Albert Speer, que saísse pela Alemanha destruindo tudo o que pudesse. A intenção era deixar apenas terra arrasada para os inimigos que invadiam seu país, depois de anos de tortura, violência e morte levada pelos nazistas pelo Planeta afora. Hitler dizia que se os alemães não era grandiosos para vencer seus inimigos, não mereciam sobreviver como Nação.  Depois dele, muitos outros fizeram coisas horríveis, embora nunca piores. Por perto, estamos vivendo uma situação – claro que em intensidade e resultados muito menores –  assemelhada na filosofia. Na Venezuela, agarrado ao cargo, mesmo vendo seu país sendo arrasado, Nícolas Maduro, com o apoio de uma minoria e dos ministros da Suprema Corte, fieis a ele e ao seu esquema destrutivo, prefere a terra arrasada a deixar que seu povo sobreviva em melhores condições. É a filosofia dos ditadores, ensinada por Hitler: se o povo não consegue destruir os inimigos, que padeça. A História ensina quem quer aprender com ela. Basta largar um pouco o Facebook e ler alguns livros, para saber que as coisas se repetem, no decorrer dos tempos, às vezes como drama, às vezes como farsa.

No Brasil, certamente, essa regra da terra arrasada não sobreviveria, embora alguns poderosos, seus acólitos mais próximos e outros que se acham deuses (sem eles, nada vale a pena!), prefiram o país destruído do que vê-lo sobreviver sob novos rumos. A Presidente Dilma agarra-se ao poder de todas as formas; o ex presidente Lula faz amarrações para tentar sobreviver politicamente e o presidente nacional, Rui Falcão, insinua até luta armada. Mas eles não têm coragem. Aqui, o povo é outro e nossas instituições estão tão sólidas quanto estavam quando o PT tirou Collor da Presidência. Aqui não, violão!

 

O CLIMA MUDA

Os sulistas saudosos comemoram a quarta feira fria em Rondônia. Na região de Vilhena, os termômetros despencaram e  até na sempre quente Capital,  Porto Velho, a temperatura baixou dos 20 graus, em alguns momentos da noite. Merece também registro o acerto da meteorologia, que com cinco dias de antecedência antecipou a mudança no clima da região norte. Antes do final de semana, contudo, as coisas começam a voltar ao normal e o rondoniense continuará suando. Quando o ápice do verão amazônico começar, a previsão é de que teremos temperaturas acima dos 40 graus, na região de Porto Velho.

 

CONSTRUÇÃO PARADA

Depois de alguns anos de grande crescimento, a construção civil em Rondônia também passa por maus momentos, em função da grande crise econômica. Pelo menos 1.500 trabalhadores do setor estão à procura de emprego e as perspectivas, ao menos por enquanto, não são boas. Segundo o presidente do Sinduscon-RO, o empresário Emerson Araújo, das 90 empreiteiras associadas à entidade, muitas estão totalmente paradas, pela falta de projetos e empreendimentos do setor.  O próprio Sinduscon sentiu no bolso o aperto do momento: a arrecadação da entidade, que é uma das maiores instituições patronais do Estado, caiu 16 por cento nesse ano. A expectativa é de que, com a mudança provável de governo e alguma reação na economia, as coisas comecem a ficar menos ruins a partir do segundo semestre. Mas isso, por enquanto, é apenas estudo de futurologia…

 

MOSQUINI ELOGIA

“O governador Confúcio Moura  tem sido incisivo nos cortes de gastos públicos, no controle das despesas do Governo do Estado e tem obtido sucesso. Rondônia é um dos três Estados do Brasil cujas contas encontram-se no azul. A equipe técnica do Governo tem tratado com austeridade os compromissos públicos, inclusive com relação ao pagamento de salários. O Governador já está no seu quinto ano de mandato, sem nunca ter atrasado um único dia o pagamento dos servidores públicos”. Trecho de longo discurso do deputado federal Lúcio Mosquini, feito essa semana, na Câmara, elogiando Rondônia, seu governo e seu povo.

 

AGRONEGÓCIO E DUPLICAÇÃO

Mais adiante, Mosquini falou sobre a questão agrícola no Estado e a necessidade de duplicação da BR 364.  Segundo ele, ” Confúcio Moura tem transformado Rondônia em um celeiro agrícola”.  E acrescentou que, no setor produtivo, merece destaque a Rondônia Rural Show. Apontou ainda  as principais  potencialidades do estado como a produçāo de soja café, milho, arroz, leite e exportaçāo de carne. Ele ainda abordou um tema que é unanimidade entre a população rondoniense: a duplicação da BR 364. Afirmou que já fez diversas cobranças junto ao Ministério dos Transportes para que a chamada “rodovia da morte” seja duplicada, principalmente no trecho Vilhena-Porto Velho. E afirmou que empunhará a bandeira da duplicaçāo com mais força em 2016.

 

DEFESA DO CRIME

Dá vontade de vomitar! A Anistia Internacional denuncia a violência no Rio de Janeiro, porque a polícia militar matou onze bandidos durante o mês de abril. Foram mais de 360 criminosos mandados para o inferno pela PM carioca, no ano passado. Nem uma linha dessa instituição parcial e dominada pela esquerda, para dizer que, no mesmo período, mais de duas centenas de policiais foram fuzilados por criminosos. Nunca denunciou que PMs do Rio não podem ir para suas casas fardados, porque são mortos pelos bandidos. Jamais a Anistia Internacional denunciou que os PMs, dentro de ônibus ou na rua, quando identificados pelos assassinos do crime, são imediatamente mortos. Lamentável!

 

PERGUNTINHA

O que quis dizer o Presidente Nacional do PT, Rui Falcão, de que os membros do Partido e os chamados movimentos populares não respeitarão a lei, ao fazerem oposição ao futuro governo de Michel Temer?

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