Rondônia - 18 de dezembro de 2017
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O descaso para com uma nação!

Mais uma vez observamos o descaso do espetáculo. Pão e circo para o povo. Hoje, nada mais precisa se fazer para obter o espetáculo incrível, apenas diminuir a capacidade de uma nação reduzindo-a a nada e esperar com louvor seus agradecimentos por uma vida “maravilhosa”, “equânime” e “honesta”. Com infinito pesar observamos as decisões oriundas do descaso, favoritismo e oportunismo político advindos de uma pirâmide corrupta, deficiente e inepta à representação desse povo que antes mesmo orgulhava-se de ser quem era. Palavras não demonstram o consterno desse povo, não expressa a tristeza da nação. Eles não nos representam e em alto bom tom diz uma cidadã em sua Rua, exacerbada de tanto esperar, rezar e acreditar em uma melhora utópica tal qual o País das Maravilhas, ela, espera arduamente pela melhora, pelo pouquinho de paz que espera encontrar no fim de seus dias e com um país justo para sua geração.

Será que o que resta dizer dessa pequena parte de tudo é que nada significará seu esforço, seu apelo, sua oração? Nada? Nada a deixar, nada a se fazer, nada, o que de alguma forma trouxera-lhe esperança, hoje, no Inferno de Dante, expressa o medo, a tristeza e o abandono de uma vida, de um sonho, de uma esperança. A oportunidade não mais voltara e seus dias reduzidos à espera, à espera do verdadeiro milagre, o milagre para esta nação que ainda se ilude com festas, espetáculos de máscaras acreditando que fazem parte de algo e, se olhassem bem enxergariam a verdadeira armadilha que seus pés estão a pisar.

Não alegro-me com tamanho descaso com o que somos e nem como que representamos, não me representam e jamais me representarão. Estes falsos políticos com suas demagogias hipócritas e ensaiadas tais quais seus discursos enojam-me e envergonham-me, pois quem deveria ser nada mais são que porcos gordos e imundos sendo engordados com o suor, sacrifício e lágrimas de um povo que tanto luta, tanto espera, e, com humor, tanto acredita. Mas, como diz o sábio poeta, nada como uma boa bunda e um bom samba para a alegria da “realeza”. Lastimável, triste e desonesto a atitude consciente, medida, pesada e calculada de um oportunismo barato, medíocre e ofensivo que usa de subterfúgios, balburdias e escusas para ferir seus povo em troca de ouro.

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