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domingo, 20 outubro 2019, 14:52
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Não à terceirização: Mateus, Mateus, primeiro os meus!

A Justiça Trabalhista, em seus prédios suntuosos e superestruturas que custam fortunas todos os dias, claro que não quer que nada mude. Por que mudar, se tratar o empresariado como bandido e se imiscuir até onde os trabalhadores podem ou não podem comer, dá o poder sobre a vida de milhões de pessoas? Todos os sindicalistas que vivem do imposto sindical, ou seja, de dinheiro público, não aceitam qualquer mudança.

Os servidores, alguns que ganham salários inacreditáveis, como um ascensorista do Congresso, que pode faturar até 12 mil reais por mês, é claro que não querem nem ouvir falar no assunto.

Mudar para que? Apenas para salvar o país da quebradeira e ajudar a abrigar ao menos parte das mais de 13 milhões de pessoas que estão desempregadas? Tem que deixar tudo como está, porque se mudar, a casta protegida pela legislação arcaica, dos anos 40, pode perder benefícios. O País, a Pátria, a Nação, que se danem! Mateus, Mateus, primeiro os meus! Tirando a ironia: a terceirização dos serviços certamente não é a solução para todos os problemas. Mas ao menos dará uma chance para que Brasil se modernize nas relações entre capital e trabalho, sem o paternalismo de décadas. Foi isso que ajudou a destruir grande parte da nossa estrutura produtiva e que colocou nas mãos de alguns, sentados em salas refrigeradas e em edifícios suntuosos, as decisões sobre quem devem trabalhar, como deve trabalhar, como produzir ou não.

No novo contexto, tomara que esses superpoderosos, muitos dos quais vivem de mamar nas tetas do dinheiro público, estejam com seus os dias contados.

Claro que a terceirização também é um risco! Mas é uma tentativa de acabar com a situação degradante, em que leis antiquadas, geridas por cabeças voltadas para o passado, corroeram de tal forma a situação no país, que hoje um empresário tem medo de empregar alguém. Ao fazê-lo, terá um custo imenso, enquanto seu funcionário sobreviverá com o que resta de seus pequenos salários, já que todo o resto tanto a empresa quanto o trabalhador pagarão, em tributos, para os cofres públicos. Isso quando um empregador não é tratado como criminoso, em qualquer audiência na Justiça Trabalhista, onde o que vale é a palavra do contratado, mesmo que ela seja eivada de mentiras. Enfim, a terceirização não vai resolver tudo, mas ao menos vai nos dizer que nem tudo está perdido e que podemos sim, ainda, salvar o Brasil, Apesar de tanta gente que faz de tudo para destruí-lo!

A GRITARIA VAI LONGE

Pode demorar. Podem haver muitos protestos, gritos e sussurros. Vai haver certamente confronto e, infelizmente, vai dar morte. Vai desempregar centenas de profissionais. Vai causar sério problema social . Tudo isso vai acontecer. Mas nada vai impedir a chegada do Uber a Porto Velho, simplesmente porque ele é sinônimo de modernidade e de avanço para a sociedade. A audiência pública sobre o assunto, proposta e comandada pelo deputado Jesuino Boabaid, essa semana, na Assembleia, deixou claro que o tema é dos mais polêmicos e vai sim causar grandes debates, confusões, brigas. Infelizmente para motoristas e mototaxistas, a chegada do Uber é irreversível. Pode até ser transferida para mais alguns meses à frente, mas não há como segurar um sistema que funciona em vários países e nas maiores cidades brasileiras. Jesuíno está certíssimo em abrir o debate sobre o complexo tema.

O ESTADO VAMPIRO

O problema é que taxistas e mototaxistas são geridos pelo serviço público. Têm que pagar pesados tributos, têm que trabalhar, como a maioria dos brasileiros, quase cinco meses por ano apenas para cumprir suas obrigações com os impostos e ainda ter que se subjugar a uma estrutura putrefata de leis, que os obriga a ter que criar tabelas de custo acima da realidade da grande maioria dos brasileiros. Some-se ainda o fato de que, por terem exclusividade, muitos motoristas e donos de mototáxis estão se lixando para a qualidade do serviço que prestam. Daí chega o sistema Uber, dissociado à estrutura oficial, com carros particulares novos e limpos, com atendimento especial e custos muito abaixo das corridas dos táxis. A quem o consumidor vai procurar? Claro que a culpa maior é do Estado, que vampiriza a todos de quem dele dependem, para seu funcionamento. E a culpa é também dos novos tempos. Não tem como segurar o Uber.

O POVO REAGE

Mais três casos de criminosos que foram surrados pela população e tiveram suas peles salvas pela Polícia Militar, foram registrados em bairros de Porto velho. nos últimos dias. Num deles, uma dupla de bandidos ainda atirou contra os policias, que reagiram, feriram um e ainda conseguiram tirar o outro das mãos de uma turba enfurecida. No início dessa semana, um desses vagabundos que entram numa porta das delegacias e saem pela outra, foi pego em flagrante, tentando assaltar uma senhora na porta da casa dela. Quando a polícia chegou, a situação do bandido já era preocupante. Mais alguns minutos e ele teria sido morto pelos vizinhos, enfurecidos e que já não aguentam mais viver sob o jugo de bandidos que, mal são presos, voltam às ruas para cometer os mesmos crimes. As autoridades brasileiras estão ignorando essa reação do povo, que tem se espalhado pelo país afora. Fazem ouvidos moucos para isso, como se não fossem com elas. Quando a coisa piorar, aí não vai adiantar mais querer controlar o incontrolável. Quem avisa, amigo é!

ACIR TENTA DE NOVO

Não há mais dúvida. O empresário e senador Acir Gurgacz é candidatíssimo ao Governo do Estado. Vai tentar pela segunda vez comandar o Estado. Na primeira, era um neófito na política, entrando na disputa menos de dois anos depois de ser eleito Prefeito de Ji-Paraná, numa decisão precipitada, que, certamente até hoje, dela se arrepende. Acir sonha com o Governo desde que entrou para a vida pública. É sua meta maior. Em seu segundo mandato no Senado, ele preparou o terreno para tentar concretizar o maior objetivo da sua vida pública. Acir tem muitos predicados, mas uma frágil base política, já que tem apenas o PDT nas mãos e um ou outro nanico, aliado. O problema também começa aí. Sem grupo, sem aliados de peso, Acir terá que costurar muitos acordos, para chegar na disputa fortalecido e com chances reais de vitória. E terá que enfrentar pesos pesados, como certamente deve ser considerado o presidente da Assembleia, Maurao de Carvalho, esse sim, com vários partidos a apoiá-lo. Mas a pré candidatura de Acir está posta. Veremos como ele vai se sair….

JÁ TEM CACIFE

A educação de Ji-Paraná se tornou destaque nacional. O prefeito Jesualdo Pires está comemorando prêmio concedido pelo conceituado Instituto Ayrton Senna, pelo grande avanço no ensino municipal. Apenas onze cidades brasileiras receberam o destaque, numa premiação coordenada por Viviane Senna, a famosa irmã do piloto, que dá nome à Fundação. Jesualdo tem tido uma administração destacada em vários setores, mesmo enfrentando os problemas de falta de recursos, comuns a todas as cidades brasileiras. Mas tem consegui resultados muito positivos, principalmente no setor educacional. A inauguração, em breve, de seis creches e quatro novas escolas, por exemplo, é apenas um dos motes em que a administração dele destinado à educação. No meio do seu segundo mandato, Jesualdo pode deixar o cargo para disputar uma vaga ao Congresso Nacional ou até ao Governo. Cacife já tem, para isso..

NOVIDADE NA MÍDIA

O jornalista David Casseb dá início a um novo desafio na sua longa carreira. Está lançando o Vlog “Hoje na Aldeia”. O que é um Vlog? É a abreviação de Videoblog (vídeo + blog), um tipo de blog em que os conteúdos predominantes são os vídeos. A grande diferença entre um Vlog e um Blog está mesmo no formato da publicação. Ao invés de publicar textos e imagens, o Vlogger ou Vlogueiro, faz um vídeo sobre o assunto que deseja. Segundo Davi, seu novo trabalho está dentro do contexto dos informativos que acompanham a tendência mundial da mídia eletrônica. Já está no ar com uma primeira reportagem, com o deputado estadual Anderson do Singeperon, falando sobre a militarização nas escolas públicas. No youtube, basta assinar o canal Hoje na Aldeia!

PERGUNTINHA

Com essas medidas paliativas que o governo Temer está anunciando, como a que muda a previdência social, mas só para quem não é funcionário público, teremos realmente reformas no país ou apenas mais alguns “puxadinhos”?
Fonte:Sérgio Pires

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