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quarta-feira, 12 agosto 2020, 12:25
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Uma espera de mais de 16 horas para atravessar o Rio Madeira

Há a promessa de que a ponte sobre o rio Madeira, na Ponta do Abunã, fique pronta até o final do ano que vem. Há a promessa de que, enquanto isso, haveria uma dragagem que facilitaria a travessia das balsas, naquela localidade, até que a ponte estivesse pronta para receber todo o tráfego.

Obviamente que a primeira promessa ainda não se sabe se será cumprida e a segunda, essa sim é que, pelo jeito, nunca vai sair do papel. Resultado disso? Com a seca que volta à região, carretas têm que esperar até 16 horas pela travessia em balsa no Madeirão, na BR 364, único caminho que nos liga ao Acre e que liga nosso vizinho ao restante do Brasil. Num pronunciamento nessa semana na Assembleia, o deputado José Lebrão protestou com veemência contra essa esdrúxula situação em que se encontra a travessia e que tem causado prejuízos incontáveis para as transportadoras; a perda de cargas perecíveis e até risco de desabastecimento de alguns produtos.

Lebrão resumiu a caótica situação da fronteira de Rondônia com o Acre, na 364: “o rio Madeira está muito baixo e a dragagem prometida nunca acontece.

A ponte que está sendo construída, nunca fica pronta. Agora, temos que enfrentar uma situação crítica, como agora, onde o tráfego de uma rodovia federal fica comprometido, devida às péssimas condições de navegação”. O deputado lembrou que Rondônia passa pelo período de seca, no verão amazônico e a falta de chuva, durante meses, continua tornando a travessia do Madeira, por balsa, na área da Ponta do Abunã, como um “desafio infernal”!

Depois de ter esperado por mais de três horas e meia para poder fazer a travessia de carro (há quem espere em torno de 10 horas, em carros particulares), o deputado rondoniense assistiu o desespero de motoristas de caminhões, temerosos de perderem suas cargas, aguardando em filas quilométricas, que parecem não ter fim. Lebrão repetiu o que muitas autoridades rondonienses e acrianas têm reivindicado: a imediata dragagem do rio Madeira, ao menos na área de passagem das balsas. Se isso não for feito, alerta, a ligação com o Acre pode até ser interrompida a qualquer momento, com reflexos diretos na economia dos dois Estados. Por enquanto, além de promessas e mais promessas, não se tem visto nenhuma ação direta do governo federal para resolver o problema, que se arrasta há anos. Pelo jeito, será mais um verão amazônico de sofrimento para milhares de motoristas, até que a ponte, que está ainda em fase de construção, seja concluída. Até lá, só resta rezar para que as balsas possam continuar passando de um lado ao outro do Madeira. Afora isso, nada mais pode ser feito!

CINCO VEZES MAIS REMÉDIOS

Acabar com a infernal burocracia; diminuir a judicialização da saúde pública; diminuir em até cinco vezes o custo dos medicamentos; facilitar a vida dos administradores públicos, para que possam colocar muito mais remédios a disposição da população. Tudo isso parece óbvio, mas não nos esqueçamos que estamos no Brasil, onde os interesses maiores da população nunca podem ser maiores que os da burocracia e do emaranhado legal que tira vidas, ao invés de mantê-las. Projeto do senador Ivo Cassol, está emperrado no labirinto que causasérios danos à população mais necessitada. Nele, Cassol pede que os governos estaduais, as prefeituras e entidades filantrópicas sejam autorizados a comprar medicamentos diretamente dos laboratórios.

Cassol apelou diretamente ao ministro da saúde, Ricardo Barros, que o projeto seja acelerado. Segundo o senador, “hoje os municípios não têm dinheiro para comprar medicamento. Com aprovação do projeto haverá de quatro a cinco vezes mais remédios nas prateleiras dos hospitais, a um custo muito mais baixo. Eu defendo uma Medida Provisória, porque isso encurtaria o tempo de tramitação desse projeto aqui na Casa e depois na Câmara dos Deputados. O lobby da indústria farmacêutica não pode impedir que a população não consiga ter acesso aos medicamentos de forma mais barata”, sublinou. É solução óbvia. Mas é sempre bom lembrar: aqui é o Brasil. Para que facilitar a vida de quem mais precisa?

HOMENAGEM A LÚCIA TEREZA

O deputado Cleiton Roque, liderança política consolidada na região de Pimenta Bueno, Espigão do Oeste e várias outras cidades daquela região do Estado, é o entrevistado do programa Direto ao Ponto deste sábado, dia 05. Ele conversou com Sérgio Pires sobre o crescimento da região; as principais necessidades; as melhorias em Pimenta Bueno, sob o comando da prefeitura Juliana Roque e ainda fez uma homenagem muito especial à memória da deputada Lúcia Tereza, uma das maiores lideranças da história daquela área de Rondônia. Vale a pena acompanhar as ideias e os projetos deste político ainda jovem, com grande futuro em nosso Estado. A atração vai ao ar a partir das 11h30, na Record News Rondônia; na SKY, Canal 358 e na TV a Cabo, Canal 17.

ANTES PODIA ROUBAR…

Nas redes sociais, alguns idiotas, se achando ou achando que idiotas são os outros, estão postando ofensas aos parlamentares de Rondônia que votaram pelo relatório que impede a abertura de processo contra o Presidente Temer, pelo STF. Como se os deputados e deputados não tivessem liberdade de opção e como se, ao votar pró Temer, estivessem indo contra o eleitorado rondoniense. Uma absurda falácia. Como se essas opiniões representassem o todo do que pensa sobre o caso, o povo deste Estado. O que se lamenta é que, em grande parte dos casos em que os membros da nossa bancada federal no Congresso são ofendidos, os malandros jamais correram às redes sociais para pedir a prisão dos ladrões que assacaram os cofres públicos brasileiros durante quase uma década e meia. Silêncio total à roubalheira patrocinada pelo PT e seus aliados; pela omissão dos “cumpanheiros”, enquanto o Brasil era vergonhosamente assaltado. Agora, os mesmos que se calaram, querem se fazer de defensores da luta contra a corrupção. Dá vontade é de vomitar!

COVARDIA E IMPUNIDADE

Tanto quanto os três que votaram pela abertura do processo contra Temer (Mariana Carvalho, Marcos Rogério e Expedito Neto), todos os demais parlamentares rondonienses analisaram a questão sob seus prismas e achando que se voto representaria o melhor para o País. Embora a política seja o reino da hipocrisia, não se pode ignorar que é uma bazófia tratar o mesmo assunto com análises completamente diferentes, dependendo da cara do freguês. Não houve qualquer irregularidade na votação. Cada um defendeu seus argumentos com respeito ao voto alheio. Nada a contestar. O único senão refere-se aos malandros de sempre, imaginando-se donos de alguma liderança perante a opinião dos outros (sobre isso, boas gargalhadas ajudariam a amenizar o clima de fúria dessa meia dúzia dos que desrespeitam a opinião alheia) que mostram seu verdadeiro caráter, agredindo covardemente pelas redes sociais, imaginando que poderão fazê-lo sempre, impunemente. Isso também é uma falácia. Em breve, muitos deles terão que responder pelas asneiras e agressões verbais que praticam. O anonimato da covardia não ficará impune para sempre. Nem na internet.

MELHORIAS NA SAÚDE

Enquanto outros estados fecham hospitais e cortam serviços, Rondônia avança e melhora a saúde pública. Tem muitos e sérios problemas ainda, mas que o todo melhorou, melhorou sim! O secretário Williames Pimentel informou, por exemplo, que o Hospital Infantil Cosme e Damião – referência no tratamento de alta complexidade em Rondônia – realizou, nos primeiros quatro meses deste ano, 20.730 procedimentos, entre consultas e internações. Os dados estão no relatório técnico da Sesau O demonstrativo estima um crescimento de 30 por cento em relação ao mesmo período do ano passado. De janeiro a abril deste ano, o número de internações chegou 1.549, uma média de 387, em várias especialidades médicas. O relatório aponta ainda que a unidade realizou 19.181 consultas no período, média diária de 173. O diagnóstico por imagem aponta 8.402 raios-x realizados, superando uma média de 2.100 ao mês. O exame de tomografia computadorizada somou 467. O ecocardiograma com doopler 138; ultrassonografia (USG) 464. Números positivos e incontestáveis…

ÍNDIOS ABANDONADOS

É vergonhosa a situação em que se em contra a Casa do Índio em Porto Velho. É uma tristeza passar pelo local e ver o abandono e ainda a forma desrespeitosa como várias famílias indígenas, que tanto precisam da casa, são tratadas. Por isso fez muito bem o Ministério Público Federal em reunir representantes de órgãos do Estado e da Prefeitura da Capital, em busca de uma solução imediata para o problema, que já se arrasta, sem solução, há muito tempo. A Casa do índio foi construída para abrigar famílias de índios das tribos Karipuna e Karitiana, que precisam sair de suas aldeias para buscarem algum tipo de atendimento na cidade. Serviu bem ao seu propósito por algum tempo, mas pouco depois toda a estrutura foi deixada à própria sorte, pela cruel ineficácia do serviço público, quando se trata de beneficiar nossos indígenas. Muitas famílias viveram ali durante meses, passando as maiores dificuldades. A venda de artesanato ajudava um pouco, mas chegou num ponto em que não houve mais como os índios manterem-se no local, sujo, sem água, atirado às traças. Agora o MPF exige solução. E a comunidade, que quer ver os índios respeitados, também quer o mesmo.

PERGUNTINHA

Qual será o novo imposto que o governo brasileiro vai criar, sugando ainda mais o sangue de quem produz, para manter a própria obesidade mórbida, que consome cada vez mais recursos do país?

Fonte:Sérgio Pires

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