Rondônia - 15 de dezembro de 2017
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Provérbios 2:17 – A qual deixa o amigo da sua mocidade e se esquece da aliança do seu Deus

A estranha mulher, uma prostituta, uma adúltera, é o nosso assunto iniciado no versículo anterior. Salomão frequentemente advertiu nos primeiros capítulos de Provérbios contra esta sedutora perigosa. E aqui o Pregador condena o caráter de tal mulher por duas grandes ofensas. É de suma importância que todo homem e mulher jovem aprendam odiá-la com santo ódio.

A nossa nação perversa fomenta o sexo irresponsável e o adultério, mas as mulheres piedosas devem ser ensinadas a odiá-lo. Cada pai precisa eliminar qualquer influência em sua vida que possa reduzir o horror da sua filha diante até do pensamento a respeito de tão grande pecado. Duas áreas da vida que exigem rigorosa atenção são os amigos e as diversas formas de entretenimento, tais como, livros, revistas, televisão, música e filmes. As ímpias comunicações corrompem as boas maneiras (ICo 15:33).

O “guia da juventude dela” é o seu marido. E ela o abandona de uma maneira horrível, quando ela se torna íntima de outro homem. Tal traição é abominável, considerando que ele foi o seu companheiro e guia desde a sua juventude. Como contraste, a orientação do pai pode ser abandonada, mas o próprio pai não é abandonado pelo adultério de sua filha.

As Escrituras descreve a mulher da juventude do homem (Pv 5:18; Is 54:6; Jl 1:8; Ml 2:14-15). Se as meninas casassem por ocasião da maturidade biológica de hoje, eles seriam marido e mulher da juventude. O nosso provérbio está descrevendo aquele fato geral da vida judaica em que o casamento ocorria cedo na vida.

Um pai dirige a menina na sua infância (Pv 22:15). E o seu dever é preservar a virgindade dela (Dt 22:14-17). Se o casamento ocorreu cedo, como ocorria com os judeus, o término do treinamento do pai ocorreria próximo do tempo da juventude, quando o jovem marido se tornaria o novo guia dela.

Os maridos têm dirigido as suas mulheres desde o Éden (Gn 3:16). Ele poderia anular facilmente os votos dela com a mesma facilidade de uma filha (Nm 30:8), e era o seu dever instruí-la (ICo 14:35). Os homens tomavam decisões importantes relacionados com as suas família, como efetivamente deveriam (Gn 18:19; Js 24:15). Podemos dividir a vida a partir do nascimento até os cinco anos como infantes, de cinco anos até a puberdade como crianças, e da puberdade a várias definições da maioria deles como jovens. Considere as seguintes Escrituras entre outros: (Lv 27:1-7; ISm 12:2; Ec 11:10; ICo 7:9 e 36; ITm 4:12).

O caráter perverso da mulher estranha é a sua habilidade de trair o marido da sua juventude de um modo doloroso. Muitas mulheres não conseguem nem pensar nessa possibilidade. Que os homens tolos prestem atenção, pois se ela traiu o seu marido, ela o trairá com maior facilidade ainda.

A “aliança do seu Deus” é a sua aliança quando casou (Ml 2:14). Jó fez uma aliança com os seus olhos (Jó 31:1). Considerando que a mulher foi feita para o homem, a lealdade sexual é um vínculo ainda mais para a mulher. Uma aliança quando do casamento também inclui a vontade de Deus para a fidelidade sexual (Lv 20:10; Dt 22:13-21; Dt 23:17; Hb 13:4). Que toda mulher piedosa leia a seguinte passagem (Nm 5:11-31), e veja a ajuda que Deus dá a maridos contra mulheres traidoras e a severidade com a qual Ele as julga. Esta passagem reflete a mente do Senhor, e qualquer pensamento em contrário é uma abominação.

O pai tem um papel importante no treinamento de filhas, pois ele é o principal professor (Ef 6:4). A mãe não consegue fazer isto tão bem. O que a mulher sabe a respeito dos homens? Que as filhas sejam ensinadas e sobriamente advertidas a respeito da conduta virtuosa e dos homens profanos pelo seus pais.

Toda menina que teme a Deus deveria receber a instrução do seu pai com um coração disposto. E toda mulher casada deve se lembrar do guia da sua juventude e da aliança que ela fez diante de Deus. Por causa do seu lugar na criação e no papel que Deus deu a ela, ela será julgada severamente por infidelidade conjugal. Mas para cada Maria arrependida existe um Salvador perdoador.

Jesus chamou os Seus santos de adúlteros e adúlteras para dar ênfase à natureza horrenda da idolatria e da mundanidade (Ez 16; Tg 4:4). A dor, a traição e a perversidade do adultério é uma comparação apropriada de qualquer abandono de amar a Ele completamente e tão somente.

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