Rondônia - 17 de outubro de 2018
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Versões divergentes indicam que Loures minimiza participação no decreto dos portos, diz jornal

A diferença entre declarações da Rodrimar, de seu executivo Ricardo Mesquita e de Rodrigo Rocha Loures levanta suspeitas, segundo a Folha, de que o ex-assessor presidencial esteja minimizando sua participação na tramitação do texto do decreto dos portos, que favoreceu a empresa investigada.

O jornal prega que o caso seja examinado pela Polícia Federal no inquérito sobre o decreto, o único ainda aberto que tem como alvo o presidente Michel Temer.

A Rodrimar afirmou à Folha que Loures integrou um grupo criado pelo governo para discutir as novas normas que foram benéficas para o setor.

Loures, diferentemente, disse à PF em novembro que as empresas “imaginavam” nele um interlocutor do governo para o assunto, o que “não era verdadeiro”.

Já Ricardo Mesquita, também investigado, disse à PF em junho que Loures era “um importante interlocutor” dos interesses do setor portuário durante as tratativas sobre o decreto.

“Empresa, executivo e ex-assessor, por outro lado, foram unânimes em afirmar que seus contatos foram institucionais e que não houve pagamentos de propina.”