Rondônia - 15 de agosto de 2018
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Segunda de carnaval tem repertório da tropicália e outros clássicos no Plano Piloto – Brasília

No Setor Bancário Norte, os tropicalistas do Bloco das Divinas Tetas deram início à festa por volta das 14 horas desta segunda-feira (12). No palco ao ar livre, uma banda com mais de dez músicos toca para o público, estimado em 7 mil pessoas pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social até o balanço das 17 horas.

No Setor Bancário Norte, os tropicalistas do Bloco das Divinas Tetas comandaram a festa a partir das 14 horas. No palco ao ar livre, a banda com mais de dez músicos contagiou o público.No Setor Bancário Norte, os tropicalistas do Bloco das Divinas Tetas comandam desde as 14 horas. Foto: Toninho Tavares/ Brasília

Esta é a primeira vez que a moradora do Lago Sul Tatiana Maresguia, de 50 anos, e a família saem para curtir o carnaval em Brasília. A experiência, segundo ela, não poderia ter sido melhor. “Ambiente tranquilo para vir com os meninos. Eu estou amando.”

Nara Kohlsdorf, de 39 anos, e o marido, Reinaldo Gomes, de 42, deixaram de viajar com os dois filhos, um de 10 e outro de 7, para curtir a folia em Brasília. “É muito bom ver a cidade recomeçando essa tradição.” O Bloco das Divinas Tetas começou no carnaval brasiliense em 2016.

Aparelhinho no Setor Comercial Sul

Em clima tranquilo, embaixo das sombras das árvores do Setor Comercial Sul, cerca de 400 pessoas se uniram para acompanhar o sexto ano de carnaval do Aparelhinho. Com um carrinho de som puxado por tração humana, o bloco animou gente de toda idade com clássicos musicais brasileiros e internacionais

“Faço questão de tirar foto, postar nas redes e mostrar que carnaval pode ser tranquilo”Virgínia Félix, de 30 anos, que foi ao Aparelhinho nesta segunda (12)

Virgínia Luna Félix, de 30 anos, e o esposo, Bruno, de 31, não eram muito chegados a esta época do ano, mas, desde 2015, não perdem um dia de festa. “Faço questão de tirar foto, postar nas redes e mostrar que carnaval pode ser tranquilo”, disse, ao elogiar a segurança de todos os bloquinhos de que participou até agora.

Para o público eclético, o carrinho de som alegórico, com luzes e decoração bem carnavalesca, começou ainda no fim da manhã, e tocou reggae, pagode e rock.

A vendedora Mariana Cerveira, de 30 anos, considera esse um espaço democrático. “É um lugar onde todo mundo se respeita, isso é muito importante. Não perco um.”

Também nesta segunda (12), foi as ruas o tradicional Galinho de Brasília, que atraiu, segundo a Segurança Pública, cerca de 15 mil pessoas. Outros blocos do dia com público estimado pelo órgão são o Carnapati (400 pessoas), o do Quadrado (350), o Gagá Vião (200) e o Concentra mas não sai (100). Todos os números se referem ao balanço das 17 horas e serão atualizados no fim da noite.

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O Parque da Cidade recebeu música, camas elásticas, espumas, confetes, serpentinas e muitas fantasias de personagens de desenhos animados. Era a animação do bloco Baratinha, presente há 30 anos no carnaval do Distrito Federal.

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A maior concentração foi no Galinho de Brasília, no estacionamento da Caixa Econômica Federal, que movimentou cerca de 20 mil foliões.

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Os eventos carnavalescos no DF estão sendo acompanhados no Centro Integrado de Central de Integração de Multis (CIM), da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

De acordo com a pasta, até as 17 horas deste terceiro dia de carnaval, a Polícia Civil registrou sete ocorrências, entre as quais roubo, embriaguez ao volante, lesão corporal e porte de drogas. O Corpo de Bombeiros não precisou fazer atendimentos até esse horário.

Edição: Marina Mercante

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