Rondônia - 21 de outubro de 2018
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‘O Brasil deve entrar no jogo pela segurança continental’

O deputado Rogério Marinho, do PSDB do Rio Grande do Norte, enviou uma nota a O Antagonista sobre a convocação de João Pedro Stédile para que a esquerda defenda o ditador Nicolás Maduro.

Leia, por favor:

“João Pedro Stédile, líder, no Brasil, de milícia paramilitar que aterroriza produtores e chantageia o Estado e a sociedade brasileira, tem se notabilizado por declarações belicosas e despropositadas.

Como todo esbirro cego por uma ideologia fracassada, que destruiu a economia de um dos países mais prósperos da América latina, ele conclama a esquerda a defender uma ditadura escancarada, que aterroriza e oprime seu próprio povo e impede a manifestação de forças políticas antagônicas por meio da prisão e supressão de direitos de líderes que pensam diferente.

Infelizmente, o Foro de São Paulo, onde foi gestado o bolivarianismo, se alastrou na Bolívia, no Equador e na Venezuela e só o impedimento de Dilma barrou sua implantação no Brasil. Temos a obrigação de denunciar e repudiar esse regime nefasto e, ao mesmo tempo, expor de forma clara quem são os partidos e líderes no Brasil que defendem esse hediondo governo.

Creio que é típico de todo ditador, como Maduro, inventar uma guerra para se legitimar, e isso não é novo. O bolivarianismo destruiu a Venezuela, gastando o dinheiro do petróleo, e, como todo comunismo, levou o país à violência e à fome generalizadas. Transformou um país rico em miserável.

O Brasil, como a maior potência da América do Sul, não pode se isentar, deve entrar no jogo pela segurança continental. Por sua vez, o MST é um grupo terrorista, braço armado e clandestino do PT, que agora faz a defesa do Foro de São Paulo e de suas aberrações políticas.

Por fim, creio que deverá haver um esforço do Congresso Nacional em tipificar o MST como grupo que aterroriza o país. Está na hora de enfrentarmos a questão.”