Rondônia - 21 de setembro de 2018
Home / Notícias / Colunas / Redação SP / Confira entrevista exclusiva com o cantor Beto Soul

Confira entrevista exclusiva com o cantor Beto Soul

Cantor e compositor, Beto Soul acaba de lançar seu mais recente trabalho o EP “O lugar que não se vê”.  Segundo Beto o EP revela  algumas situações que permeiam nosso cotidiano, como o medo, a indiferença ou a cegueira diante da difícil realidade que encaramos diariamente.

(Capa do EP)

Folha Nobre -Quem é o Beto Soul, e quando surgiu seu contato com a música?

Beto Soul é um cantor e compositor paulistano que tenta traduzir em canção sentimentos e algumas de minhas impressões sobre a vida. A música surgiu muito cedo, ainda criança, escutando meu avô dedilhar seu violão.

FN – Este é seu terceiro álbum, qual foi sua inspiração para “ O Lugar que não se vê”?

O lugar que não se vê, surgiu de uma necessidade muito particular em encontrar novos caminhos e respostas para o momento que eu estava vivendo, e dessa viagem pra dentro do meu universo interior começaram surgir canções e a ideia do novo trabalho.

(Foto – Gui Caielli)

FN – Beto Soul é um artista independente, com músicas e produções muito bem elaboradas. Como sobreviver a era do mainstream?

Não penso muito nessa questão quando começo a desenvolver um novo trabalho, talvez isso não seja muito o correto a fazer nos dias de hoje…rsrsrsrs

Sempre acabo escutando mais o que minha alma tem a dizer e o som que quero expressar naquele momento.

Com isso as vezes acabo encontrando um pouco mais de dificuldade em enquadrar-me no que está rolando no “mainstream”. Prefiro continuar assim, seguindo o que quero dizer e não o que querem que eu diga.

FN – Existe alguma banda ou artista, tanto do cenário nacional quanto do internacional, que foi fonte de inspiração para você?

Minha inspiração sempre foi o berço da MPB, Clube da esquina, Gil, Caetano, Djavan, João Bosco, Elis Regina, Novos Baianos, etc… Também fui influenciado com o movimento do rock nacional dos anos 80, Cazuza, Legião, etc… Esses nomes que mencionei mudaram minha maneira de pensar. Quando escutava alguma música do Gil ou do Caetano, por exemplo, meu alcance no olhar e sentir se transformava.

FN – O que você espera para o ano de 2018?

Espero que seja um ano prospero, que eu consiga levar meu som para o maior número de localidades e pessoas possíveis. Que o Brasil possa encontrar um novo um caminho, com menos

Corrupção, menos desigualdade social e mais amor entre as pessoas.