Rondônia - 22 de setembro de 2018
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Acre participa da fase final da criação de linha de cuidados com idosos « Acre

Visando o envelhecimento saudável, com orientações que visam ações de promoção, prevenção a doenças, tratamento e reabilitação das pessoas idosas na Rede de Atenção à Saúde, o Acre volta a Brasília para participar da fase de conclusão do documento que estabelece uma linha de cuidados especifica para pessoas idosas, que após análise deve ser publicado pelo Ministério da Saúde (MS).

A proposta de política pública, lançada ano passado pela pasta contou com a colaboração e contribuição de profissionais, de usuários do Sistema de Saúde e de organizações da sociedade civil de várias regiões do Brasil, que puderam incluir suas sugestões identificando as necessidades de seus territórios de saúde com o público idoso, tendo como meta consolidar o documento que servirá como norte para equipes de saúde da família e unidades de atendimento em todo país.

O encontro será realizado nesta quarta-feira, 14, no Ministério da Saúde, em Brasília, e quem representa o Acre é a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), que já participa das discussões sobre a criação da linha de cuidados com a pessoa idosa desde 2017. O gerente do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas (Dape), João Paulo Silva, fala da importância da nova politica de atenção ao idoso.

“Para o Acre, a linha de cuidados com a pessoa idosa traz uma potencialidade nos serviços já ofertados a nível de atenção básica, a nível de média e alta complexidade. Essa proposta tem como ponto crucial, um ganho e avanço para o país inteiro, a importância da avaliação multidimensional, ou seja, olhar esse idoso como um todo, através de vários profissionais da saúde para prestar um plano terapêutico, um acompanhamento que traga ganhos para esse idoso”, destaca o representante da Sesacre.

Para funcionar, a nova política depende que sua implementação seja assumida pelos gestores estaduais e municipais de saúde e pelos profissionais e unidades de atendimento. Uma das sugestões do documento que foi colocado em consulta pública ano passado é definir indicadores para monitorar se as orientações estão sendo aplicadas na ponta, além da realização de capacitações com os profissionais da rede sobre a nova abordagem de cuidados dos idosos.


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