Rondônia - 18 de dezembro de 2018
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Agricultura – Coreia do Sul quer importar mais de 10 milhões de toneladas da soja produzida em Rondônia – Rondônia

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A soja está entre as principais culturas produzidas no estado, com estimativa acima de 811,3 mil toneladas

Sul-coreanos enxergam em Rondônia mais um potencial de produção e já negociam a possibilidade de exportação de cerca de 12 milhões de toneladas de soja por ano para o país asiático. Na tarde desta quinta-feira (6), o governador Daniel Pereira recebeu no gabinete do Palácio Rio Madeira o investidor Han Sik Lee, que visita o estado e as fazendas de soja para conhecer a capacidade de produção e alinhar com as empresas Minority do Brasil e CABS a realização da transação.

“Na verdade nós estamos começando, como se estivéssemos vestindo uma camisa fechando o primeiro botão. A carta de intenção que enviamos prevê a necessidade da Ásia de 10 a 12 milhões de toneladas ao ano, mas não sabemos se a princípio vamos conseguir alcançar essa quantidade. Mesmo que seja aos poucos, queremos fazer a médio e longo prazo. Também prevemos investimentos como contrapartida no que diz respeito a selo, logística, no Porto Organizado de Porto Velho, mas isso já fica para a segunda etapa”, explica o empresário Filipe Kim, da Minority do Brasil.

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O governo faz o intermédio na negociação, incentivando o processo de desenvolvimento econômico do estado

Daniel Pereira lembrou aos empresários sobre o café conilon de Rondônia, que já tem se destacado pela qualidade, sendo considerado especial, e ainda de produtos como a castanha, que pode ser uma opção para os investidores sul-coreanos. O governo faz o intermédio na negociação, incentivando o processo de desenvolvimento econômico do estado e abrindo portas para outros investimentos.

Estavam presentes também na reunião a secretária estadual de Agricultura (Seagri), Mary Braganhol, Evandro Padovani, o diretor da Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia (Soph), João Bosco de Araújo, Beto Soccol, da CABS, Marcos Bogo, da CABS, Francisco Holanda, da Fecomércio, e Ailton Andrade, assessor do governo.

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