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quarta-feira, 19 junho 2019, 12:46
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[Coluna] – Aos poucos mercado imobiliário de alto padrão começa a reagir em Porto Velho – Politico

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Novos empreendimentos estão surgindo na cidade, indicando uma retomada tímida, mas positiva na economia. Construção civil é o primeiro a sentir retrocessos e retomadas no mercado

Retomada

Desde 2015 que a economia brasileira começou a encolher e o primeiro setor a ser afetado foi o da construção civil. Porto Velho, que passou por um “boom” imobiliário durante a construção das usinas e se manteve firme até meados de 2015, sofreu uma paralisia que parecia não ter fim. Com bancos suspendendo linhas de crédito, empresas afogando-se em dívidas e investidores privados guardando dinheiro para “aguentar a chuva”, a coisa desandou. Mas, mesmo sem política pública clara em relação a economia, aos poucos o mercado imobiliário começa a aquecer na capital e novos empreendimentos estão surgindo, visando o consumidor de alto padrão e aqueles que compram para investir.




Novos empreendimentos

Na Avenida Lauro Sodré, um dos mais cobiçados endereços da capital, estão em gestação dois novos prédios, e bem próximos. Um deles terá apartamentos de 130 metros quadrados, e será erguido na Lauro Sodré esquina com Alameda Mourão, ao lado do posto de combustíveis. Um pouco mais adiante, entre o Reserva do Bosque e o hotel Slaviero, serão construídas duas torres, uma com apartamentos de 145 metros e outra com apartamentos de 165 metros quadrados e já tem até nome, será o Jardim de Monet. Na avenida Calama, esquina com a rua dos Arquitetos um imponente prédio residencial está com faixa de venda de apartamentos, também para consumidores de alto padrão. Na rua Panamá, entre Vieira Caúla e Sete de Setembro, um novo empreendimento também está bem adiantado.

Sinais positivos

Apesar da recessão que ainda afeta grande parte da população, a retomada de obras para o consumidor de alto padrão é um indicador positivo do mercado. Sinal que linhas de crédito estão sendo abertas e financiamento para as construtoras estão sendo liberados. O avanço é tímido, mas é o primeiro sinal de reação que temos. Pelo visto, o pior da tempestade já foi.

House of Paranauê

Deu amnésia geral na família. Jair Bolsonaro declarou que “não lembra do seu vizinho”, miliciano, mercenário e apontado como assassino da vereadora Marielle Franco. O filho de Bolsonaro que namorou com a filha do miliciano, também disse que “não lembra direito quem é a moça”, já que, segundo ele, “ficou com quase todas as meninas do condomínio” que fica na Barra da Tijuca e está sendo apelidado de “condomínion”.

Hospício Brasil

Não se sabe se foi bullying, influência de jogos, tara por armas ou apenas dois infelizes jovens de classe média com frustrações sexuais, mas a barbárie praticada por eles na manhã desta quarta -feira em uma escola na cidade de Suzano, em São Paulo vai marcar para sempre a vida das vítimas que foram covardemente assassinadas. O Brasil, com um povo que sempre foi elogiado pela hospitalidade e bom humor, está doente. As redes sociais externalizam bem essa enfermidade. As pessoas estão raivosas, só falam em matar, exterminar, separar. Um arremedo porco da cultura norte-americana, é o que viramos. E não interessa se é esquerda ou direita, o ódio está em todos. Precisamos de um antídoto e ele precisa vir de cima para baixo.

Greve geral

Os agentes penitenciários deflagraram greve e segundo o sindicato da categoria, “100% dos servidores estão de braços cruzados”. De acordo com a presidente do Singeperon, Dhaiane Gomes, “como ontem (terça-feira) o judiciário entendeu que era ilegal o nosso movimento mesmo o estado não cumprido com a parte dele, a categoria decidiu que sairia 100% das unidades. 100% em deliberação, já que não há percentual de ilegalidade. Então não tem porquê ficar agentes penitenciários dentro dos presídios. No caso dos agentes de segurança socioeducativas, permanecem os 30% respeitando a legalidade”, declarou.

Autoridades americanas aprovam novo antidepressivo em forma de spray nasal

As autoridades dos Estados Unidos aprovaram o lançamento no mercado de um remédio apresentado como uma revolução no tratamento da depressão, uma doença minimizada por muitos, mas devastadora para os diagnosticados com o mal. A agência americana de medicamentos, a FDA, seguiu as recomendações de especialistas e aprovou a esketamina em forma de spray nasal, que será comercializada com o nome de Spravato pela Janssen, a unidade farmacêutica de Johnson & Johnson’s. A esketamina daria uma nova esperança aos pacientes adultos que resistem atualmente aos remédios disponíveis, como o Prozac. O novo fármaco, pensado para as pessoas que já testaram outros medicamentos, é apresentado como uma revolução no combate à depressão. O laboratório afirma que a molécula permite combater os pensamentos suicidas. Porém o tratamento deve ser administrado em um centro de saúde para monitorar o paciente. A FDA restringiu a distribuição do remédio, com uso sob vigilância médica, devido ao “potencial de abuso” do medicamento. Kim Witczak, que representa os consumidores no painel da FDA e que denuncia os efeitos colaterais dos antidepressivos desde a morte de seu marido, votou contra a autorização de venda, por considerar que os testes podem ser insuficientes. A esketamina está relacionada com a ketamina, que é usada como um anestésico em humanos e animais, mas que também é um narcótico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 300 milhões de pessoas sofrem de depressão, uma doença que limita a capacidade de uma vida cotidiana normal, mas que tem sua gravidade frequentemente subestimada ou confundida com uma depressão passageira. Os casos mais graves podem levar ao suicídio.

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