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quarta-feira, 16 outubro 2019, 17:04
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[Coluna] – Economia de Porto Velho precisa reagir e um bom começo seria a demissão de toda diretoria da FIERO – Politico

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Entidade é nula no sentido de agir para desenvolver projetos de desburocratização, fomento à economia e coordenação de resultados. Sequer conseguiu construir a própria sede

Volta Zezinho, traz o Maria Fumaça

O apelo foi meu, nesta segunda-feira em artigo, apenas para lembrar que o Estado mata a galinha dos ovos de ouro, ao invés de preservá-la.




Tem que reagir

Que a Fiero não serve para nada há bastante tempo já sabemos, mas neste momento de crise ela precisava de uma liderança com um plano, o que parece não existir. A entidade que em tese deveria ajudar a desenvolver projetos para alavancar a economia de Rondônia, não conseguiu sequer construir a sede própria em Porto Velho, o que por si já iria gerar empregos na construção. O Brasil passa por um vácuo de lideranças minimamente inteligentes, faltam pessoas capacitadas em praticamente todos os setores e a economia está ladeira abaixo.

O setor empresarial

Em Rondônia, a FIERO deveria ter apresentado um programa para desburocratizar a máquina pública do Estado, um projeto claro para fomento à indústria e ao comércio, com metas, mesmo que modestas, a serem atingidas em curto e médio prazo. Mas a entidade não consegue, parece que por lá também falta gente engajada em buscar melhorias no setor privado do Estado. Fica todo mundo esperando pelo governo, como se do Palácio viesse uma fórmula milagrosa para tirar a economia da estagnação. Não vai acontecer. E Rondônia só não está pior graças ao agronegócio, que vem conseguindo números positivos na balança. Fora isso…

Uma saída

Porto Velho precisa encontrar uma saída para aquecer a economia, e não ficar dependendo única e exclusivamente do contracheque do funcionalismo público. Para que isso aconteça, é necessário a construção de parcerias tanto no setor privado quanto o público, que precisa ser mais ágil. Junta comercial, prefeitura e Sefin deveriam criar um grupo de trabalho para desburocratizar ao máximo a máquina pública, aliado a um agressivo programa de incentivos para desenvolver pequenas indústrias, tanto do setor agrícola quanto de serviços. Não é possível continuar com essa falta de visão empresarial. Tem gente que defende o governo com argumento pífio de que “cinco meses é pouco”. Não é.

A conta é simples

Quando uma empresa contrata um CEO ela estipula primeiro uma apresentação de um plano claro, com cronograma a ser seguido e com resultados que precisam ser alcançados naquela planilha. E no setor privado também tem sabotagem da concorrência, corpo mole de equipe e tudo quanto é lambança encontrada nos órgãos públicos, mas com uma diferença, se o CEO não apresentar um plano, ele sequer é contratado. E se for, não dura cinco meses. O governo precisa ter planejamento, coordenação e mostrar eficiência, e isso está faltando atualmente em Rondônia. No Estado não falta dinheiro, faltam projetos. O dinheiro está parado, essa é a diferença. E não, não é “um problema nacional”. A economia de Rondônia tem um perfil totalmente diferenciado dos demais estados.

Tem que industrializar

O governo precisa começar a fomentar a industrialização da matéria prima em Rondônia. Madeira, couro, carne, pequena agricultura, abrir linhas de crédito para micro negócios e pequenas indústrias, é isso que vai aquecer a economia de Porto Velho. Do contrário seguiremos tal qual o cachorro, que corre atrás do próprio rabo eternamente. Um bom começo seria trocar toda a atual diretoria da FIERO. Não serve para nada.

Soja em alta

Esta semana a China deve comprar 9 mil toneladas de soja do Brasil. E a soja está em alta, e deve ser o setor que mais vai crescer nos próximos anos. Também esta semana um estudo realizado pela Esalq revelou que a produtividade média brasileira de soja mais que dobrou nos últimos 50 anos. O estudo foi desenvolvido no Programa de Pós-graduação em Fitotecnia, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), sob orientação do professor Klaus Reichardt. De acordo com o pesquisador, entre os resultados obtidos, destaca-se que os cultivares modernos são mais resistentes ao acamamento, o que permitiu maior estabelecimento de plantas por área, maior interceptação de luz durante a granação, e por consequência maior produção de sementes por área, que foi o principal componente relacionado ao aumento da produtividade.

Nesta segunda-feira

Juliana Roque, prefeita cassada de Pimenta Bueno, conseguiu reverter uma das condenações no Tribunal Superior Eleitoral.

Excelente condicionamento físico diminui risco de câncer pulmonar e colorretal

Se você for um médico em busca de evidências eloquentes para convencer os pacientes sedentários – com ou sem câncer – a se manterem longe das telas e iniciarem um programa de exercícios, não precisa mais procurar. Os resultados de um dos estudos de coorte retrospectivo mais diversificado até hoje mostram que o bom condicionamento cardiorrespiratório pode reduzir o risco de câncer de pulmão e de câncer colorretal para algumas pessoas. O grande estudo, com mais de 49.000 pacientes, também avaliou pacientes com câncer. Ao rever os dados dos participantes do Henry Ford Exercise Testing (FIT) Project, no sudeste de Michigan de 1991 a 2009, os pesquisadores também descobriram que os participantes com melhor condicionamento cardiorrespiratório de acordo com o teste ergométrico tiveram uma incidência drasticamente menor de morte por todas as causas após o diagnóstico de câncer colorretal ou pulmonar. O estudo, feito pela Dra. Catherine Handy Marshall, médica da Johns Hopkins School of Medicine, em Baltimore, Maryland, foi publicado on-line em 06 de maio no periódico Cancer.

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