Polícia Civil deflagra operação em Porto Velho e cumpre mandados de prisão

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A Polícia Civil em Porto Velho realiza nesta terça-feira (3), a Operação Arcabuz, para cumprir 14 mandados de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão contra envolvidos em roubo a residências, veículos e fabricantes de arma caseiras, entre outras infrações.

A ação é comandada pela Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DERF), com o apoio de várias delegacias (DECCV, DERFRVA, DECONDE, DRACO, DENARC, CORE, 1ª DP, 2ª DP, 3ª DP, 5ª DP e 8ª DP) e já foram cumpridos 10 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão domiciliar.

Segundo a Operação Arcabuz foi deflagrada com o objetivo de desarticular uma Organização Criminosa especializada em praticar diversos crimes na Capital, dentre eles roubos, tráfico de entorpecentes e furtos e de fechar uma fábrica clandestina de armas de fogo. Os policiais civis da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio após intensas investigações conseguiram identificar os membros da Organização Criminosa, sendo eles: Maicon J. L. S., Andeilson B. S., Júlio C.P.S., Gabriel S. S., Gealison B.A., Thays S. F. e Daniel B.S.

Além disso, os policiais conseguiram identificar ao longo das investigações dois investigados Antônio F. S. e Henrique F.S., os quais não faziam parte da Organização Criminosa, mas que mantinham uma fábrica de armas artesanais na zona leste da Capital, onde confeccionavam armas de diversos tipos: garrunchas, revólveres, espingardas, entre outras e vendiam para os membros da citada Organização Criminosa, bem como para outras facções criminosas. Durante as diligências da manhã de hoje os policiais ainda cumpriram um mandado de prisão preventiva expedido em desfavor de Hecton C.S., o qual teria participado de um roubo à residência praticado pelos membros da Organização Criminosa.

O delegado Marcelo Resem – responsável pela investigação – esclareceu ainda que há dois mandados de prisão preventiva que não foram cumpridos na manhã de hoje, uma vez que os suspeitos não foram localizados, sendo os investigados Andeilson B. S e Gabriel S. S. Por fim, o Delegado Marcelo Resem ainda ressaltou que caso haja vítimas que reconheçam os suspeitos em outras infrações penais, estas devem procurar imediatamente a Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DERF). O nome da operação (Arcabuz) se refere a uma antiga espécie de arma de fogo fabricada de forma artesanal nos séculos XV ao XVII, em alusão às armas artesanais que eram utilizadas pela Organização Criminosa nos crimes praticados e fabricada pelos investigados Antônio F. S. e Henrique F.S na zona leste da Capital.


Fonte:Assessoria

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