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Alckmin diz que vai estimular o comércio exterior para gerar mais renda e empregos | Eleições 2018 no Rio Grande do Sul

O candidato do PSDB a presidente, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira (25) que o “Brasil precisa exportar mais” para gerar “mais emprego, renda e melhorar a economia brasileira”. Ele concedeu entrevistas a várias rádios do Rio Grande do Sul durante a manhã.

“Em Uruguaiana que está aí na Fronteira, nós vamos estimular muito o comércio exterior. O Brasil precisa exportar mais, precisa ter mais acordos comerciais, comércio exterior hoje é emprego na veia, é fundamental para o país”, explica Alckmin em entrevista à Rádio Charrua.

O candidato afirmou também que é preciso acelerar os acordos. “Quando você fica parado, você está perdendo. Porque você fica parado, os outros fazem acordos, você perde preferência na hora de exportar o seu produto ou o seu serviço”, relata.

Reforma da Previdência

Em entrevista à Rádio Gaúcha, Geraldo Alckmin defendeu a reforma da Previdência, com idade mínima menor para as mulheres e transição para o futuro.

“A reforma da previdência é necessária. Terá idade mínima, precisamos ter, idade mínima menor para as mulheres, e transição. Quem tiver perto da aposentadoria não muda absolutamente nada e para o futuro você faz uma transição”, disse o candidato.

Alckmin também defendeu regimes equivalentes para trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público. A proposta do tucano é que o governo pague até o teto do INSS, no valor de R$ 5.600, que será incrementado por cada trabalhador com previdência complementar.

“O regime hoje é muito injusto porque o trabalhador da iniciativa privada, a média de aposentadoria do INSS é R$ 1.400, em alguns poderes do Governo Federal é R$ 27 mil, de média. Eu já fiz em SP isso. Um regime geral de previdência que é igual para todo mundo”, disse.

O candidato afirmou que a aposentadoria dos militares também passará por mudanças, caso ele seja eleito, mas terá um regime separado.

“A única exceção são as Forças Armadas, que também terá reforma, mas não é igualzinha. Porque as Forças Armadas no mundo ela tem um regime separado, mas também terá reforma e eles estão de acordo. Eu tenho conversado muito com o pessoal das forças armadas, meu pai foi do exército. Nós estamos vivendo um outro momento no mundo. As pessoas vivendo mais, vivendo melhor, com mais saúde”, afirmou.