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Cinco casos de sarampo são confirmados em Porto Alegre, diz Secretaria Estadual de Saúde | Rio Grande do Sul

Criança recebe vacina contra sarampo, em Manaus. Neste ano, já são seis casos confirmados da doença no Rio Grande do Sul (Foto: Altemar Alcantara/Semcom) Criança recebe vacina contra sarampo, em Manaus. Neste ano, já são seis casos confirmados da doença no Rio Grande do Sul (Foto: Altemar Alcantara/Semcom)

Criança recebe vacina contra sarampo, em Manaus. Neste ano, já são seis casos confirmados da doença no Rio Grande do Sul (Foto: Altemar Alcantara/Semcom)

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) confirmou nesta quarta-feira (13) cinco casos de sarampo em Porto Alegre. Além deles, estão em investigação outras duas suspeitas, uma na capital gaúcha e outra em Vacaria, na Região Nordeste do Rio Grande do Sul. Neste ano, já são seis casos confirmados da doença no estado.

Uma das infectadas de Porto Alegre é uma estudante de 25 anos que esteve em Manaus (AM), no Norte do país. As outras quatro confirmações são de pessoas vinculadas a ela. A primeira notificação da doença no RS, neste ano, ocorreu em março, em São Luiz Gonzaga. O caso se trata de uma criança de um ano de idade, não vacinada, que se contaminou em viagem à Europa.

Em 2016, as Américas se tornaram a primeira região do mundo a eliminar o vírus do território. Campanhas intensas ocorreram por décadas na região. Na ocasião, o Brasil recebeu certificado de eliminação da doença.

De acordo com a Secretária Estadual de Saúde, atualmente, o Brasil já possui 293 casos confirmados de sarampo, todos considerados importados ou relacionados à importação. Segundo a pasta, além do Rio Grande do Sul, a doença está presente em Roraima e Amazonas.

Antes de ocorrer o processo de eliminação do vírus do sarampo, o último caso confirmado no estado foi em 1999. Em 2010, houve oito casos importados e em 2011 foram sete. Desde então, o RS não havia registro da circulação do vírus.

Sintomas

Pessoas que apresentarem febre, manchas no corpo, acompanhadas de tosse, coriza ou conjuntivite devem procurar os serviços de saúde, principalmente se estiveram recentemente em locais com circulação do vírus.

Casos suspeitos devem ser informados imediatamente às secretarias municipais de saúde ou para o Disque Vigilância pelo número 150.

Vacinação é a forma mais efetiva de se proteger

Para ser considerada vacinada, a pessoa precisa ter o registro em caderneta de vacinação conforme esquema vacinal. A rede pública de saúde tem disponíveis gratuitamente a vacina Tríplice Viral para a população de 12 meses a 49 anos de idade, para profissionais de saúde e demais pessoas envolvidas na assistência à saúde hospitalar.

São considerados vacinados:

  • Pessoas de 12 meses a 29 anos que comprovem duas doses de vacina com componente sarampo/caxumba/rubéola;
  • Pessoas de 30 a 49 anos que comprovem uma dose de Tríplice Viral;
  • Profissionais de saúde independente da idade que comprovem duas doses de Tríplice Viral.