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Municipários aprovam greve, enquanto Câmara retoma sessão em, Porto Alegre

Depois dos confrontos entre municipários e Guarda Municipal e Brigada Militar que levou à interrupção de trabalhos em plenário nessa quarta-feira (11), a Câmara de Vereadores retomou os trabalhos nesta quinta-feira (12). Além disso, os municipários aprovaram greve da categoria por prazo indeterminado e que começa no domingo (15), em plenária em frente à Câmara pela manhã, definindo paralisação nesta quinta e sexta (13). A greve reage à possibilidade de votação dos projetos que mexem em vantagens do setor. 
O Legislativo tem pautas que vão dos vetos à Lei dos Táxis aos projetos polêmico que mexem com vantagens dos servidores e na planta de cálculo do IPTU. A sessão começou no fim da manhã e foi suspensa para voltar à tarde. A previsão é de que as discussões sigam até a noite. A articulação da base do governo é de tentar votar os projetos até segunda-feira (16), antes do recesso do meio do ano.  
A manhã começou tensa. Manifestantes que chegavam ao local não conseguiam entrar. Os portões estavam fechados. Mas o acesso do público às galerias já havia sido garantido em liminar do juiz Sidinei José Brzuska, atendendo ao pedido do vereador Mauro Zacher (PDT). Por volta das 10h, começou a ser liberado o fluxo com identificação das pessoas. Também nas galerias foi feita uma divisão, com um lado reservado aos taxistas e outro para municipários. A presença de servidores com cargos de confiança no local gerou críticas da ala que é concursada.   
O veto de Marchezan ao projeto da Lei Geral dos Táxis, aprovado pela Câmara em março de 2018, retira do texto itens que estavam na proposta original da prefeitura a partir de emendas de vereadores aprovadas em Plenário.