sexta-feira, 29 agosto, 2025
No Result
View All Result
Folha Nobre
  • Todas Notícias
  • Rondônia
  • PodCast
  • Expediente
Folha Nobre
No Result
View All Result
Folha Nobre
No Result
View All Result

Um Sansão como nos bons tempos

26/01/2019
in Santos FC

Por Odir Cunha

Santos e São Paulo, que se enfrentam neste domingo, no Pacaembu, os times brasileiros que mais conquistaram troféus internacionais, já fizeram clássicos memoráveis. E decisivos. Por três vezes o Santos comemorou o título paulista sobre o rival no Pacaembu: em 1956, com uma vitória por 4 a 2; em 1962, com uma goleada por 5 a 2, e em 1967, com um 2 a 1 que não expressou o amplo domínio santista.

Na soma de todos os jogos, desde os tempos dos pontas-esquerdas Evangelista, do Santos, e Scott, do São Paulo, participantes do primeiro encontro entre os dois times, no longínquo 1930, os times já se enfrentaram 307 vezes, com 103 vitórias do Santos, 72 empates e 132 derrotas, 440 gols marcados e 509 sofridos.

O pesquisador Guilherme Gomez Guarche, do Centro de Memória do Santos Futebol Clube, ainda nos informa que pelo Campeonato Paulista os times fizeram 176 partidas, das quais o Santos venceu 52, empatou 48 e perdeu 76, marcando 249 gols e sofrendo 316. Apenas no Pacaembu, pelo Paulista, foram 42 jogos, com oito vitórias santistas, oito empates e 26 do adversário; 51 gols do Santos e 99 do São Paulo.

Porém, como bem destaca o nosso jovem pesquisador Gabriel Santana, se levarmos em conta apenas os 62 Sansões do século XXI, o Santos tem uma larga vantagem , com 30 vitórias, 11 empates e 21 derrotas; 97 gols marcados e 75 sofridos.

Virada espetacular em 1963

Por Gabriel Pierin, do Centro de Memória

Santos e São Paulo já protagonizaram grandes e decisivos jogos. Confrontos com muitos gols e algumas confusões. O Rio-São Paulo de 1963 merece destaque na história desse clássico com 307 partidas.

Diante de um público de aproximadamente 30 mil pessoas no Pacaembu, o Santos empreendeu uma virada espetacular, pois depois de estar perdendo por 2 a 0, terminou a partida goleando o Tricolor por 6 a 2, pelo Torneio Rio-São Paulo.

O jogo ocorreu em uma noite de quinta-feira, 7 de março de 1963 e garantiu a invencibilidade da equipe santista no torneio, mesmo com os protestos dos jogadores são-paulinos, inconformados com a marcação de um pênalti aos 37 minutos do segundo tempo que resultou no quarto gol do Santos, marcado por Pelé.

As acintosas reclamações dos são-paulinos, entre eles o técnico Oswaldo Brandão, que tentou agredir o árbitro Airton Vieira de Moraes, complicou ainda mais a situação do time da capital, que teve jogadores expulsos e ainda sofreu mais dois gols nos minutos finais, naquela que foi a maior goleada santista sobre o rival.

Assim, o Santos, que foi ao intervalo sofrendo uma derrota parcial por 2 a 1 (gols de Dias e Prado para o São Paulo, Pelé para o Santos), voltou melhor com a entrada de Nenê no lugar de Toninho. Na segunda etapa, Pelé empatou aos 11 minutos, Nenê desempatou aos 20, Pelé fez o quarto, de pênalti, aos 37, Pepe ampliou aos 41 e Dorval definiu a histórica goleada aos 48 minutos.

Artilheiros santistas do confronto

1 – Pelé, 31 gols
2 – Pepe e Coutinho, 13 gols
4 – Toninho Guerreiro, 10 gols.

No primeiro jogo, um empate

Como se sabe, em seu primeiro jogo com o Corinthians o Santos venceu por 6 a 3; no primeiro com o Palmeiras, na época chamado Palestra Itália, goleou por 7 a 0, e no primeiro com o São Paulo, em 11 de maio de 1930, um domingo, na Vila Belmiro, ocorreu um empate por 2 a 2.

Uma curiosidade dessa partida, válida pelo Campeonato Paulista, é que os irmãos Siriri e Camarão se enfrentaram. Depois de ser revelado pelo Santos, Siriri foi para o São Paulo, onde atuou ao lado do lendário Friedenreich. Camarão continuou no Alvinegro Praiano.

Camarão e Feitiço marcaram para o Santos, Luizinho e Friedenreich para o São Paulo. Com arbitragem de Victório Sylvestre, os times atuaram assim:

Santos: Athiê; Aristides e Meira; Roberto, Júlio e Alfredo; Omar, Camarão, Feitiço, Strauss e Evangelista. Técnico: Platero.

São Paulo: Nestor; Clodô e Barthô; Milton, Bino e Boock; Luisinho, Siriri, Friedenreich, Mario Seixas e Scott. Técnico Rubens Salles.

Fonte: www.santosfc.com.br/um-sansao-como-nos-bons-tempos

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Clique para imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Tweet
  • Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Clique para compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads

Podcast

Folha Nobre - Desde 2013 - ©

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • Todas Notícias
  • Rondônia
  • PodCast
  • Expediente

Folha Nobre - Desde 2013 - ©

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite a página Política de Privacidade.