sábado, 30 agosto, 2025
No Result
View All Result
Folha Nobre
  • Todas Notícias
  • Rondônia
  • PodCast
  • Expediente
Folha Nobre
No Result
View All Result
Folha Nobre
No Result
View All Result

Goleiro Cássio, do Corinthians, admite que sua defesa mais difícil foi contra o Vasco em 2012, pela Libertadores |

28/09/2019
in Vasco da Gama

[bloqueador2]Corinthians e Vasco disputavam vaga na semifinal da Libertadores 2012. Aos 17min do segundo tempo, Diego Souza ficou cara a cara com Cássio, tocando no canto esquerdo. O goleiro, de 1,96 m, se esticou para desviar para escanteio. — No futuro, quando falarem de Cássio, vão lembrar dessa defesa — diz , em entrevista para O GLOBO. Naquele ano mágico, o primeiro de Cássio como titular, o Corinthians ganharia a Libertadores e o bi do Mundial de clubes. Hoje, o goleiro reencontra o rival da defesa histórica. Em enquete de O GLOBO, você foi eleito o sétimo maior jogador da era dos pontos corridos. O que acha disso? Me sinto privilegiado por estar entre os dez melhores do Brasileirão, no meio de tantos jogadores campeões. Fico feliz por representar o Corinthians. É uma honra. Como foi o começo de sua passagem pelo Corinthians? Quando cheguei, poucas pessoas acreditavam em mim. Estava acabando contrato com o PSV (Holanda). Pedi uns dias para vir para o Brasil e assinei um contrato sigiloso com o Corinthians. Foi uma aposta. O Andrés Sanchez (presidente do Corinthians) foi bastante criticado na época. Como foi virar titular e viver aquele ano de grandes conquistas para o clube? Cheguei ao Corinthians para compor o elenco. O Júlio César havia contribuído muito para a conquista do Brasileirão 2011 e era titular. Só que na minha cabeça estava: a hora que eu tiver uma oportunidade, não vou mais sair do time. Quando surgiu a chance, eu estava preparado. Entrei, e o time me passou confiança. Joguei à vontade e deu certo. Em todos esses anos no Corinthians, qual foi a defesa mais marcante que você fez? Acho que é a do chute do Diego Souza contra o Vaco, pela Libertadores de 2012. É inevitável. No futuro, quando falarem de Cássio, vão lembrar dessa defesa. Acho que vai ficar sempre marcando na memória dos corintianos. Foi uma defesa importante para a gente passar de fase. Na verdade, na hora, você não tem muita ideia do grau de dificuldade da defesa. Você simplesmente defende. O corintiano queria muito ser campeão da Libertadores. É a defesa mais importante da minha carreira. No Mundial de clubes você teria outro grande momento, quando foi eleito o melhor da decisão contra o Chelsea. Como foi essa conquista? Quando acabou o jogo, não tinha noção de que tinha ganhado (o prêmio de melhor jogador). Uma mulher chamou eu, o Guerrero e o David Luiz. Fiquei em primeiro lugar na fila. Então ela disse: ‘Não, você é o último. Tu foi (sic) o melhor. Você fez um monte de defesa, foi importante’. Eu estava tão feliz. Acho que esses prêmios individuais são secundários. Ter sido campeão foi o mais importante. Você ganhou até o Mundial de clubes no primeiro ano no Corinthians. Como manter a motivação após tantos títulos? Não tem como perder a motivação. Você saber a sensação de ser campeão, e pagar um preço de preparação para isso, te faz querer ser campeão de novo. Estou aqui há oito anos e quero buscar recordes. São a motivação. Você é considerado por muitos o maior goleiro da história do Corinthians. O que acha disso? O Corinthians sempre foi muito bem servido de goleiros. Tenho admiração pelo Ronaldo (Giovanelli). É um cara muito legal. Veio da base do Corinthians, conseguiu ser vitorioso no clube. Quero ultrapassar o número de jogos dele. Mas não quer dizer que, fazendo isso, vou faltar com respeito e admiração a ele. Ou apagar tudo o que ele conseguiu no Corinthians. Independentemente de rivalidade, acho que a história do Marcos (no Palmeiras) e do Rogério (Ceni, no São Paulo) são muito bacanas. Você pega o Fábio, do Cruzeiro também. Tem o Victor, no Atlético-MG. Acho que tem um monte de goleiros para a gente se espelhar. Temos que nos espelhar em jogadores vitoriosos. Então, esses caras são os que tenho que seguir como exemplo se eu quero ter longevidade no clube. A torcida do Corinthians é diferente das outras? Acho que a torcida do Corinthians tem de diferente é que você pode esperar tudo dela. O que eu vi no Japão foi inexplicável. No meu ponto de vista, você pode esperar o possível e o impossível que a torcida vai fazer. É uma torcida diferente. Estou aqui há oito anos, e são raras as ocasiões em que o espaço destinado ao nosso torcedor não estava preenchido. A gente já jogou em lugares bem difíceis de chegar. Não teve nenhum jogo que não teve corintiano presente. É uma torcida apaixonada. Acho que isso faz a diferença. Não é uma torcida que só apoia quando o time está ganhando. Às vezes a gente estava perdendo em nosso estádio, e a torcida gritou mais alto para empurrar a nossa equipe e isso ajudou. Como é sua relação com os torcedores? A torcida me trata bem. Infelizmente não consigo dar tanta atenção quanto gostaria. Nossa vida é corrida. Mas o que posso fazer é dentro de campo: dar o meu melhor. Às vezes a gente não consegue as vitórias e conquistas. Isso faz parte. Mas não é por falta de empenho. São coisas que acontecem no futebol. Você ainda pretende jogar por muitos anos? Sou novo ainda (está com 32 anos). Se a gente pensar em carreira de goleiro, acho que ainda tenho uns sete ou oito anos de alto nível para jogar. Quero fazer o melhor: ter o maior número de títulos conquistados, o maior número de partidas disputadas. Quero ajudar a transição dos meninos mais novos para o profissional do Corinthians. Hoje o Corinthians pode contar comigo dentro e fora do campo para o que precisar. Porque acho que tudo o que tenho hoje, o conforto, a minha família, ter uma visibilidade boa, o Corinthians me proporcionou. O que o gaúcho Cássio já tem de paulistano após oito anos no Corinthians? Acho que o sotaque, né? O mano. Já me considero paulistano, sabe? Já entrei na rotina do trânsito, do jeito, do humor. Dificilmente volto para o sul. Acredito que deva ficar em São Paulo (após encerrar a carreira). É uma cultura distante da gaúcha, mas é legal. Agregou muito para mim e para a minha carreira. imagem28-09-2019-21-09-22 Fonte: Extra Online

Fonte: www.netvasco.com.br/n/237649/goleiro-cassio-do-corinthians-admite-que-sua-defesa-mais-dificil-foi-contra-o-vasco-em-2012-pela-libertadores

[/bloqueador2]

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Clique para imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Tweet
  • Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
  • Clique para compartilhar no Threads(abre em nova janela) Threads

Podcast

Folha Nobre - Desde 2013 - ©

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • Todas Notícias
  • Rondônia
  • PodCast
  • Expediente

Folha Nobre - Desde 2013 - ©

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite a página Política de Privacidade.