
Sobre a declaração dada a um jornal gaúcho, afirmando que a mulher deveria ganhar um salário menor do que o homem, porque fica grávida, Bolsonaro se justificou. “Fui entrevistado e o assunto era ‘porque a mulher ganha menos que o homem’. Eu estudei o assunto, fui pesquisar, conversei com alguns empresários e empregadores e o que acontece? A mulher, por ter um direito trabalhista a mais, no caso, a licença gestante, o empregador prefere contratar o homem. O empregador prefere, não é o Jair Bolsonaro. Isso é o que está na cabeça do empregador e o jornalista botou isso aí na minha conta. No serviço público você não tem distinção, se nós fizermos um concurso para sermos sargentos do Exército, nós vamos ganhar a mesma coisa. Agora na questão privada nós não temos como interferir, fica no livre arbítrio do empregador”,esclareceu.
Segurança pública também foi tema discutido no programa. O deputado criticou a postura da Polícia Militar e afirmou que as autoridades deveriam ser mais enérgicas, defendendo que violência se combate com violência. “Você não vai combater a violência soltando pombinhas em Copacabana, abraçando a Lagoa Rodrigo de Freitas. Outro dia eu vi uma atriz com as unhas pintadas de branco, só se for para matar vagabundo de tanto rir daquela idiotice. O homem só respeita o que ele teme”, reiterou. A vagabundagem do Rio de Janeiro está com fuzil. Em São Paulo parece que não chegou muito isso aqui ainda. Você quer que o policial combata como? Com arma de choque? Agora o grande problema da Polícia Militar é que eles não têm uma retaguarda jurídica para poder trabalhar. Está lá o marginal, que têm três crianças como reféns. Se o policial atira e mata aquele marginal, ele vai responder e, se bobear, vai ser condenado. Ou seja, o policial militar está cada vez mais acuado”, concluiu.
Com apresentação de Luciana Gimenez, o programa SuperPop vai ao ar, ao vivo, às segundas e às quartas-feiras, às 22h40, pela RedeTV!.
Crédito Foto: Fernanda Simão / Divulgação RedeTV!