
A “vitimização” foi definida diante da dificuldade de explicar no exterior a maior manifestação da História, dia 13, exigindo o impeachment.
O uruguaio Luis Almagro concordou em difundir a lorota de “golpe” para agradar Dilma, que apoiou sua eleição à Secretaria-Geral da OEA.
O Planalto pediu que governantes populistas e até a ingênua chanceler argentina ameaçassem com repreensão na Unasul e no Mercosul.
Governistas e petistas chamam de “golpe” a atuação da Justiça, que, lastreada em documentos, confissões e delações, prende-os um a um. Leia na coluna Claudio Humberto.