
De acordo com a polícia, a médica Giselle Gouvêa, 34 anos, voltava de Nova Iguaçu e ao tentar pegar um dos acessos à linha Vermelha, foi abordada por criminosos e atingida por disparos quando estava ao volante de seu veículo, um Land Rover.
A médica foi participar da inauguração do Centro de Acolhimento ao Deficiente, em Nova Iguaçu. Ela era diretora da Clínica da Família de Vila Cava, na mesma cidade.
Giselle Gouvêa chegou a ser levada por uma ambulância do Corpo de Bombeiros para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, mas não resistiu.
Em sua página na rede social Facebook, a última mensagem era sobre a inauguração do CAD. “É hoje! Vamos inaugurar às 14h, o Centro de Acolhimento ao Deficiente (CAD), na Unidade Caiesp. Tratamento especializado e médicos capacitados para reabilitação da pessoa com deficiência. Venha ver de perto mais essa conquista para nossa cidade!”. Nas redes sociais, parentes e amigos lamentam a morte da médica.
No início do mês passado, uma adolescente foi baleada durante um arrastão perto da linha Amarela, outra via expressa, na zona norte do Rio. A jovem morreu.
Fonte:Agência Brasil