
O estudo foi feito por cientistas da Universidade Notre Dame em parceria com a Universidade de Southampton, ambas nos Estados Unidos, e usou como base projeções locais sobre o número de pessoas que podem ser infectadas em quadrantes de cinco quilómetros em todo o continente.
A pesquisa não conseguiu estimar um número exato de crianças que serão atingidas por problemas congênitos por infecção pelo Zika vírus, já que não se sabe ao certo a proporção de mulheres infectadas para casos de Zika. Mas os especialistas acreditam que dezenas de milhares de crianças poderão ter problemas como a microcefalia.
Fonte: Minhavida.com