
Das 694,5 mil empresas abertas em 2009, apenas 275 mil (39,6%) ainda estavam em funcionamento em 2014. Após o primeiro ano de funcionamento, mais de 157 mil (22,7%) fecharam as portas.
O estudo não investiga os motivos para o fechamento, diz a analista do IBGE Katia Medeiros Carvalho, mas aponta que a sobrevivência das empresas tem relação direta com o tamanho delas. Empresas com mais empregados tendem a permanecer mais tempo no mercado, enquanto as de menor porte têm taxas de sobrevivência mais baixas.
Após cinco anos, sobreviveram:
70% das empresas com 10 ou mais empregados;
61,8% das empresas que entre 1 e 9 funcionários;
32,9% das empresas sem empregados.
Por região, Sul e Sudeste concentraram as maiores taxas de sobrevivência: 85,2% e 84,2%, respectivamente. “São regiões mais desenvolvidas em número de empresas e de assalariados, por isso, acreditamos haver maior estabilidade”, afirma a analista.
Fonte:Uol