O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou o julgamento que decidirá se Deltan Dallagnol (Novo) pode concorrer ao Senado pelo Paraná. O adiamento foi pedido pela defesa, e ainda não há nova data para a análise do caso.
Segunda vaga ao Senado
No primeiro turno, em 4 de outubro, Dallagnol recebeu 2.904.594 votos (25,14%), o que lhe garantiu a segunda vaga ao Senado no estado. A elegibilidade dele é contestada em ação do PT no Paraná.
Histórico do caso
O TSE cassou o mandato de deputado federal de Dallagnol em 2023. Ele havia pedido exoneração do Ministério Público Federal enquanto respondia a procedimentos disciplinares. Segundo a reportagem, ele foi alvo de censura e advertência do CNMP e enfrentava outros 15 procedimentos. Pela lei, membros do Ministério Público que se desligam durante processos disciplinares ficam inelegíveis por oito anos.
Em setembro, o TRE-PR entendeu que ele era elegível e aprovou o registro. A coligação do PT recorreu ao ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques, que suspendeu a campanha e, no sábado (3), determinou o indeferimento do registro. No dia seguinte, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, derrubou essa decisão e restabeleceu a candidatura.
Com informações de Agência Brasil. Leia a matéria original.