
Inicialmente, a criança afirmou que teria batido a cabeça por acidente na mesa da creche. A tia desconfiou do ferimento e foi até a escola, que confirmou a história. No entanto, a mãe levou a criança ao HGE (Hospital Geral do Estado) onde, segundo ela, os médicos disseram que o ferimento se parece muito mais com um corte por faca, já que por batida os ferimentos seriam nas laterais ou ponta da língua.
A mulher perguntou novamente ao filho, que dessa vez confirmou a agressão, contando que a professora havia cortado sua língua. A mãe diz também que a farda que ao menino vestia na volta da creche não era dele, o que poderia significar que substituíram a roupa dele por estar manchada de sangue.
A dona da creche afirma que a criança foi induzida a dizer que sofreu agressão após pressão familiar e continua com a versão do acidente com a mesa. A mãe diz ter retirado a matrícula da criança e pede justiça.
Fonte:R7