
A operação consistiu em fiscalização direta nos pontos de garimpos ainda existentes no entorno da terra indígena, mediante utilização de um helicóptero do IBAMA e um helicóptero da Secretaria de Segurança Pública.
Até o momento, foram presas cinco pessoas em flagrante por crime ambiental de lavra clandestina, posse ilegal de arma, posse ilegal de mercúrio. Houve, ainda, a apreensão de outros equipamentos utilizados na atividade garimpeira.
“DAKJI”, nome da operação, significa “sem medo” na língua Zo’é e faz referência à constatação de que a atividade ilegal ora reprimida estava causando, além de impactos ambientais, bastante temor nos indígenas, poluição dos rios, prejuízos à cultura indígena, transmissão de doenças e fundado receio da prática de violência contra este povo indígena que é conhecido como um dos povos mais isolados e preservados da Amazônia.
Fonte:DPF